quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007
Minha Alma.
A minha está lavada. Tive punhos que serviram quando foi preciso. E minha cara agora está estampada aqui. Gostem ou não.
Talvez amanhã.
Nenhum comentário? Nada! Bem, talvez amanhã. Como se faz em L.A ou Brasília onde ninguém sequer dá-se ao direito do mínimo toque, um arfar de alguém mais próximo, o hálito alheio. Assépticos sequem imunes uns aos outros. Indiferentes aos diferentes cheiros, cores e sabores estranhos.
Experimentar para quê? Comentar o quê? Talvez amanhã.
Experimentar para quê? Comentar o quê? Talvez amanhã.
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007
As essências.
O que era sério virou brincadeira. Nieztsch reforçou de forma acertada a diferença entre os sexos e as consequências que tal diferença promove no comportamento, nas expectativas e nas idealizações. Ou seja, há divergências na forma de pensar, agir e principalmente no jeito de se relacionar com o mundo material.
Mas a diferença é biológica, hormonal. Nada de ficar procurando essências masculinas e femininas. Essa abstração tola gera uma confusão enorme, pois a variabilidade de comportamentos é tão grande que não há como dizer a quem pertence esta "essência" ou aquela."A força da mulher", sua compaixão. O pragmatismo do homem...Não seria o inverso? É possível. Os obcecados por distinguir as essências entre os sexos, abstratos, confusos, têm como referência primordial, quase um toten, a Barbie e o Ken.
Mas a diferença é biológica, hormonal. Nada de ficar procurando essências masculinas e femininas. Essa abstração tola gera uma confusão enorme, pois a variabilidade de comportamentos é tão grande que não há como dizer a quem pertence esta "essência" ou aquela."A força da mulher", sua compaixão. O pragmatismo do homem...Não seria o inverso? É possível. Os obcecados por distinguir as essências entre os sexos, abstratos, confusos, têm como referência primordial, quase um toten, a Barbie e o Ken.
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